The Caesarean Section as a Delivery of the Future

Languages

  • Posted on: 6 December 2018
  • By: claudio

About the Indians we have already written about.

From the mixture with blacks, childbirth underwent a process that included prayers, superstitions, benetions.

In the contryside, the original position was mantained, with the woman squatting down in low stools, with help from the midwife, who also prepared the superstitions.

In earthen figurines from the Northeast of Brazil there are figures of women giving birth in low stools such as are used in some places until today.

In the cities, childbirth was and still is helped by practical midwives. Many famous Brazilian obstetricians were born in these women’s hands.

Childbirth took place in the hospital only when there were serious problems.

Until the decade of 1960 there was a school for practical midwives.

Childbirth was routinely hospitalized after the 1964 Revolution, when the services of medical examination at home became extinct, medical assistance institutions were unified and childbirth became an exclusive attribution of the doctors.

Childbirth through caesarian surgery is paid at a rate of three times more than the vaginal deliveries. The anesthesia for he birth is not paid. In medical academy some doctors refer to caesarian surgery as the childbirth of the future. The number of caesarian surgeries rises, becoming the highest in the planet. Its incidence is directly proportional to the socioeconomic level of the patient.

Prevalência de Partos por Cesárea 

Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde

Brasil 1986 - 1996

Região

1986

1996

Rio de Janeiro

43,2

43,3

São Paulo

43,2

52,1

Sul

29,3

44,6

Centro-Oeste

34,4

41

Nordeste

18,6

20,4

Norte

-

25,2

De acordo com uma investigação realizada pelo CLAP/OPAS/OMS, em 11 países sul-americanos e em 160 maternidades, incluindo o Brasil, concluiu-se que o nascimento por cesáreas apresenta maior mortalidade materna (até 12 vezes mais); maior morbidade materna (7 a 20 vezes); o dobro da permanência hospitalar e da convalescença; alterações psicoafetivas; transtornos respiratórios neonatais e prematuridade iatrogênica.No diagnóstico da saúde perinatal feito em Curitiba, em 1995, 98% dos partos foram hospitalares. Destes, 51,4% dos partos foram cesáreas, sendo que alguns serviços apresentaram 73%.

Em um estudo realizado em hospitais de 14 países, em 1980, o Brasil apresentou a mais alta taxa de cesárea (32%), enquanto os Estados Unidos apresentaram a taxa de 19%. Somente em 2 países foram encontradas taxas inferiores a 10% de cesáreas: Japão e Checoslováquia (7% em cada país). A maioria dos países (Dinamarca, Espanha, Grécia, Inglaterra, Escócia e Nova Zelândia) apresentou taxas entre 10% e 13%, (Nozton, 1990). 

 Sistema de Nascidos Vivos

Percentual de Cesarianas com relação a algumas características da mãe

Brasil 1995

Idade Materna

Instrução Materna

Idade Gestacional

Peso ao Nascer

Anos

%

Formação

%

Semanas

%

Gramas

%

9-14

30,8

Nenhuma

16,7

<21

24,4

<900

21,5

15-19

12

1º incomp.

31,2

22-27

21,6

1000-1499

36,6

20-29

40,7

1º completo

41,6

28-36

34

1500-2499

38,8

30-39

39,2

2º completo

59,6

37-41

37,7

2500-3999

40,8

40-49

26,3

Superior

75,2

+ 42

30,7

+ 4000

46,1

Fonte: SINASC/MS, UNICEF Brasil.

Mortalidade Infantil por Regiões

Brasil 1980 - 1990 - 1996

Regiões

1980

1990

1996

Variação 80-90

Variação 90-96

Brasil

85,6

47,8

37,5

-44,1%

-21,5%

Norte

83,6

44,6

36,1

-46,6%

-19,5%

Nordeste

120,5

74,3

60,4

-38,3%

-19,1%

Sudeste

61

31,2

25,9

-48,8%

-6,9%

Sul

55,5

27,6

22,9

-50,2%

-17%

C. Oeste

66,4

31,2

25,8

-53%

-22,8%

Fonte: Sistema de Informação de Mortalidade/MS. Cálculo de Celso Simões (IBGE)Coeficientes de mortalidade por 1000 nascidos vivos

Mortalidade Infantil Causas Selecionadas

Brasil 1985 - 1990 - 1995

COEFICIENTE

1985

1990

1991

1992

1993

1994

1995

% Variação  85/90

% Variação  90/95

Mortalidade Infantil *

66,6

47,8

45,2

43

41,1

39,6

38,4

-31,8

-19,6

CMI por diarreia

12,6

6,6

5,3

5,1

48,8

4,4

3,7

-

-43,9

CMI por IRA

8,3

6,9

5,5

5,6

5,5

5,2

4,7

-57,2

-31,8

CMI por afecções perinatais

26,9

20,9

22,3

20,3

19,3

19,2

19,4

-5,6

-7,1

 * Coeficiente de mortalidade por 1000 nascidos vivos

Fonte: Sistema de Informação de Mortalidade/MS. Cálculo de Celso Simões (IBGE)Coeficientes de mortalidade por 1000 nascidos vivos

 

Mortalidade Perinatal e Neonatal no Brasil

 Documento Elaborado por:

Ana Goretti Kalume Maranhão – Ministério da Saúde do Brasil

Marinice M. Coutinho Joaquim – Ministério da Saúde do Brasil

Carolina Siu – UNICEF Brasil

 

Colaboradores:

Paulo Kalume – Ministério da Saúde do Brasil

Oscar Castilho – UNICEF Nova Iorque

Maria do Carmo Leal – FFIOCRUZ / Ministério da Saúde do Brasil